O empresário constrói patrimônio a vida inteira, mas deixa a família mais exposta que um assalariado — porque o patrimônio é ilíquido, vem com dívidas e um inventário caro. O seguro de vida resolve essa contradição.
O empresário vive uma contradição perigosa: constrói patrimônio a vida inteira, mas deixa a família mais exposta que um assalariado. O motivo é que o patrimônio do empresário costuma ser ilíquido — está na empresa, nos imóveis, nas participações — e vem acompanhado de dívidas e de um inventário caro e demorado. Se ele falta, a família herda patrimônio no papel, mas sem dinheiro no bolso para atravessar o pior momento.
O seguro de vida para empresários existe para resolver exatamente essa contradição: transformar patrimônio ilíquido em proteção líquida e imediata para quem fica.
O seguro de vida de um empresário não é igual ao de um assalariado. Três fatores aumentam a necessidade de cobertura:
Para o empresário, o seguro de vida cumpre três papéis simultâneos:
O capital do seguro de vida é pago diretamente aos beneficiários, fora do inventário e sem ITCMD na maioria dos estados. Enquanto os bens ficam travados no processo por meses ou anos, o seguro é liberado em dias — dando à família a liquidez que ela mais precisa exatamente quando mais precisa.
A conta parte de três componentes: a renda que a família precisaria pelos próximos anos, o total de dívidas a quitar e o custo estimado do inventário. A soma desses três define o capital mínimo. Subestimar qualquer um deles deixa a proteção incompleta justamente no momento crítico.
Além da cobertura por morte, o seguro de vida do empresário pode incluir:
Essas coberturas transformam o seguro de vida em proteção não só para a morte, mas para os eventos que podem tirar o empresário da operação em vida.
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