A pergunta mais comum e a mais mal respondida. A maioria contrata um valor aleatório e acaba em subseguro — uma cobertura que parece boa, mas não segura a família quando o momento chega.
"Qual valor de seguro de vida eu preciso?" É a pergunta mais comum — e a mais mal respondida. A maioria das pessoas contrata um valor aleatório, baseado no que cabe no orçamento, sem calcular a necessidade real. O resultado é quase sempre subseguro: uma cobertura que parece boa no papel, mas que não segura a família quando o momento chega.
O capital ideal de seguro de vida se calcula somando três necessidades:
Imagine um empresário com renda familiar de R$ 20 mil/mês, R$ 500 mil em dívidas e patrimônio de R$ 3 milhões:
É comum que esse mesmo empresário tenha contratado uma apólice de R$ 500 mil — sete vezes menos do que a família realmente precisaria.
Contratar um valor baixo dá uma falsa sensação de proteção. Na prática, a família recebe um capital que quita parte das dívidas e acaba — sem substituir a renda nem custear o inventário. A proteção precisa ser dimensionada pela necessidade real, não pelo que sobra no orçamento.
Cada família tem uma realidade diferente de renda, dívidas e patrimônio. A melhor forma de chegar ao número certo é fazer o cálculo com os seus dados reais — considerando também as coberturas de invalidez e doenças graves, que protegem eventos em vida.
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