Um incêndio, um curto-circuito, um roubo. Em poucas horas, anos de investimento viram prejuízo e a operação para. Para muitas empresas, um sinistro sem seguro não é contratempo — é o fim.
Um incêndio, um curto-circuito que queima os equipamentos, um roubo, um vendaval que danifica o telhado. Em poucas horas, anos de investimento podem virar prejuízo — e, pior, a operação para. Para muitas empresas, um sinistro sem seguro não é um contratempo: é o fim. O seguro empresarial existe para que um acidente não se transforme em falência.
É a base da proteção patrimonial de qualquer empresa que tenha imóvel, equipamentos ou estoque — e, ainda assim, é frequentemente subdimensionado ou negligenciado.
O seguro empresarial (ou seguro patrimonial empresarial) protege os ativos físicos da empresa contra uma série de riscos. É uma apólice modular: a empresa contrata as coberturas que fazem sentido para a sua realidade, formando uma proteção sob medida.
Reconstruir o galpão e repor os equipamentos é só metade do problema. A outra metade é: durante os meses de reconstrução, a empresa não fatura — mas continua com folha de pagamento, aluguel e compromissos. A cobertura de lucros cessantes paga essa receita perdida. Sem ela, muitas empresas quebram não pelo sinistro, mas pela parada que ele causa.
Precisa de seguro empresarial qualquer empresa que tenha patrimônio físico exposto:
Empresas que alugam o imóvel muitas vezes são contratualmente obrigadas a manter seguro — mas mesmo quem é proprietário deveria protegê-lo.
O erro mais comum é o subseguro — contratar cobertura menor que o valor real dos bens, o que gera indenização proporcional (e insuficiente) em caso de sinistro. Um diagnóstico adequado mapeia o valor real do imóvel, equipamentos e estoque, e dimensiona a cobertura — incluindo os meses de lucros cessantes que a empresa precisaria para se reerguer.
Faça o diagnóstico gratuito e descubra se a cobertura da sua empresa está dimensionada corretamente.
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