A resposta popular pula para a alíquota. A comparação séria soma tipo de imóvel, venda futura, sucessão, custos e horizonte — e a reforma tributária mudou parte da conta.
"É melhor deixar os imóveis na pessoa física ou numa holding?" A resposta popular pula direto para a alíquota. Mas a comparação séria envolve muito mais do que imposto — e ignorar os outros fatores é como o erro que já discutimos: otimizar uma coisa e piorar o resto.
Com o IBS/CBS, a pessoa física só passa a recolher sobre aluguéis a partir de mais de 3 imóveis e certa faixa de receita. Abaixo disso, a diferença para a holding encolhe. O tipo de locação (residencial x temporada) também muda o cálculo. Não existe regra geral — existe o seu caso.
O comparativo PF vs Holding estima a diferença de carga tributária com base nos seus números, já considerando a reforma e o tipo de locação. Ele é o ponto de partida — levanta a hipótese. Mas a decisão precisa somar sucessão, custos e horizonte, que o número sozinho não mostra.
Comparar PF e holding só pelo imposto responde a uma fração da pergunta. A decisão completa vem do diagnóstico — que junta todos os fatores acima. O custo da estrutura entra nessa conta.
Estime o cenário no comparativo e faça seu diagnóstico patrimonial para uma decisão que soma tributação, sucessão e custos.
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